Tomar o bom e
velho chimarrão é o melhor e mais característico hábito do gaúcho.
Sempre que a
visita chega, o mate “bem topetudo” começa a passar de mão em mão.
Diz a poesia
de Glauco Saraiva que o mate: “tem o perfume da mata molhada pelo sereno”. É
verdade, tem mesmo. Só que `as vezes, o mate deixado de lado “azeda”. E ai dá
problema. Não adianta só lavar a cuia porque o cheiro de erva azeda penetra no
porongo, e pior, já vi gente dizendo que só colocando fora a cuia, pois não tem
mais conserto.
Descobri uma
forma bem simples de tirar esse “azedume” da cuia:
Coloque água e
umas gotas de água sanitária. Deixe de molho por alguns instantes e depois enxágüe
várias e várias vezes antes de fazer o mate.
E assim, o " amargo doce que eu sorvo" pode passar novamente de mão em mão...
Até mais