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terça-feira, 27 de novembro de 2012

Entenda como é o chocolate Barry Callebaut


Hoje participei de mais um curso com a professora Monica, representante dos chocolates Barry Callebaut. Indescritível o sabor  de esse chocolate belga com tradição de mais de 150 anos. Só posso recomendar!
A professora nos contou sobre a certificação desse chocolate: o símbolo K desenhado na embalagem. (Esqueci de fotografar!) Significa que esse chocolate pode ser consumido por judeus, pois está de acordo com seus costumes. Veja a descrição abaixo:


O Certificado kosher é um documento emitido para atestar que os produtos fabricados por uma determinada empresa obedecem as normas específicas que regem a dieta judaica ortodoxa. Ele é mundialmente reconhecido e atribuído como sinônimo de controle máximo de qualidade. 

O processo de emissão para um Certificado Kosher depende da colaboração e total transparência nas informações que serão permutadas entre ambas: a empresa que fabrica o produto e a entidade judaica que emitirá o documento.

Na primeira etapa deste procedimento, uma pesquisa minuciosa é realizada para levantamento de dados sobre os ingredientes que compõem os produtos (componentes, fluxograma e lista de fornecedores), bem como o processo de fabricação empregado (sistema de caldeiras, vapor, planta da fábrica, etc). Esta pesquisa é realizada via fax, fone e/ou e-mail, onde todas as informações obtidas vão sendo preenchidas e documentadas, em caráter sigiloso, pelo departamento de cashrut responsável pela pesquisa e, se tudo estiver de acordo, com a provável emissão do certificado.
Na segunda etapa, após ter sido constatado que o produto (ou produtos) em questão preenchem as normas da dieta casher, é agendada uma visita de um rabino ortodoxo à fábrica, para que o produto possa ser aprovado. Sem a avaliação de um rabino ortodoxo, perito neste assunto, um Certificado kosher jamais poderá ser emitido.
O rabino deverá ser acompanhado na fábrica por uma pessoa que responda por todos os detalhes no processo de fabricação. Geralmente esta tarefa é realizada pelo gerente de produção ou gerente de qualidade. Inclusive deve possuir uma ampla visão do planejamento estratégico da empresa (previsão de lançamento de novos produtos e seus prazos, planejamento de testes de outros produtos em determinada linha de produção, se já houve, há ou haverá tercerização de alguns produtos dentro e/ou fora da empresa, etc).
Os produtos continuarão sendo acompanhados periodicamente para que continuem a preencher todos os requisitos que o tornam apto para o recebimento de certificado Kosher.

O mesmo possui validade internacional de um ano, a vigorar a partir da data na qual é emitido, e poderá ser renovado ao final deste prazo, mediante nova visita do rabino à fábrica.

Um ponto fundamental que deve ser salientado é uma relação de total transparência que deve ser mantida entre a empresa fabricante e a entidade judaica que aprova o consumo de seu produto para a comunidade judaica. No caso de haver qualquer alteração dos ingredientes ou no processo de fabricação, estes deverão ser imediatamente comunicados ao departamento de cashrut responsável, sob pena de perda de confiabilidade e anulação do certificado.



Embora você não seja judeu, percebe o rigoroso controle que este produto passa? Tem que ter qualidade, né?
            Todos os produtos são bons, mas o chocolate branco é o melhor que já comi, sem exageros. E não é caro (em torno de R$15,00 a barra de 1Kg), já que a empresa planta seu próprio cacau aqui no Brasil e fabrica seu chocolate. SICAO é a marca Premium da Barry Callebaut no Brasil.
            Aprendemos a fazer uma panacota de chocolate branco com calda de maracujá, trufas tradicionais e pop cakes. As particularidades dos produtos me encantam. Tem muitos segredos que fazem toda a diferença no produto final, e isso se aprende com chefs, não adianta! Como eu sempre falo, dicas e diquinhas!










terça-feira, 26 de junho de 2012

Bico de Confeiteiro

Começo hoje uma campanha “tenha um bico de confeiteiro”. Parece meio doido não é, mas vou explicar o motivo.
Ele é um mega quebra-galho, e digo isso porque ele socorrerá você em emergências. Sabe aquela visita mais especial que demora décadas para aparecer e de repente te avisa que vai passar na sua casa? Então, você precisa causar boa impressão, né? Siga as dicas abaixo e veja que não é nada complicado usar o bico de confeiteiro e ainda você vai ganhar todos os elogios.
1 – compre bicos da marca wilton ou mago, são os melhores. Não precisa ter um grande conhecimento sobre eles, minha dica é olhar o bico e ver se vai passar por ele o seu recheio. Não vá comprar um bico de folha também, né? Eu tenho esses dois números: 172 e 1M. Saco ou manga de confeitar também precisa, eles são vendidos em média por R$ 0,70 a unidade e os bicos, já paguei R$ 9,90 cada e depois, em outra loja, achei por R$ 4,50. (que tufo!!!)
2 – você pode preparar os recheios com alguma antecedência, tipo patê mesmo. Também pode abrir uma lata de atum, escorrer o líquido e amassar bem. Depois misturar com maionese. O recheio você cria como quiser. Até um molho bechamel pode ser a base. O importante é não deixar pedaços que possam entupir a saída do bico.
3 – bolachinhas doces ou salgadas são sempre bem vindas. Tem algumas marcas que são até temperadas. Ok, você é como eu, adora uma comidinha feita por você, então prepare panelinhas ou biscoitinhos e mantenha congelado. Quando for necessário, descongele um tempinho antes e recheie.
4 – para rechear é bem rapidinho e se você tiver um tempo a mais pode decorar com cebolinha verde, tomatinho cereja, rodelas de pepino, de cenoura... Crie!!!
5 – não esqueça de colocar num prato legal!!!!

Sugestões ou dúvidas? Faça seu comentário..

Até a próxima!




segunda-feira, 18 de junho de 2012

Cursos Senac Maringá – PR


Ainda não havia falado sobre os cursos de culinária que participei no SENAC de Maringá.
Fiz três cursos: Salgados para Festas, Doces para Festas e Culinária Italiana.
No primeiro, de salgados, aprendemos massas cozidas, assadas, folhadas, pão de queijo, quibe, recheios variados, enfim, muitas maneiras diferentes de preparar e apresentar os salgadinhos. Além disso, tivemos lições de organização, higiene, conservação dos alimentos.  
No segundo curso, de docinhos, não fizemos menos que 6 ou 7 tipos por dia. Muito proveitoso também, porque em uma semana percorremos dos doces simples aos mais sofisticados.
O curso de culinária italiana, da mesma forma, desvendou alguns segredinhos que fazem toda a diferença no preparo do prato. Este curso foi ministrado no Restaurante Escola do SENAC, um dos 3 ou 4 do país.
Eu recomendo os cursos do SENAC. Eu procurei no site da instituição e programei minha viagem depois de escolher os cursos que iria fazer. Eu sei que nem todas as cidades têm a estrutura que o SENAC de Maringá oferece e muito menos a variedade de cursos ofertados, mas sempre existe a oportunidade onde menos se espera. `As vezes você pode passar férias em uma cidade que tenha cursos do seu interesse, que pode não ser no SENAC, mas oferecidos, inclusive gratuitamente, por uma entidade.
Fique ligado, se informe, existem cursos que nem sempre são divulgados na mídia, e sempre tem dicas e diquinhas para se aprender.
Até a próxima!!!