terça-feira, 4 de junho de 2013

Bolachas de 15 anos



No seu aniversario de 15 anos a menina tem o direito de ser uma princesa. E como tal, além do vestido e decoração sempre é importante a escolha das lembrancinhas para ofertar aos convidados. Excelente para marcar a data além de ser um gesto de carinho pela presença.
Claudinha me pediu que providenciasse as suas lembrancinhas. A escolha foi pelo tom lilás e branco, presente também na decoração, no bolo e no seu vestido.
Optei por fazer bolsas, com seu nome impresso na borda da bolacha, flores e, obviamente, vestidos. Muito lindas, as bolachas decoraram a mesa dos doces finamente, já que cada uma foi embalada e arrematada com laço lilás, combinando com a decoração dos demais doces.
Ótima dica tanto para 15 anos como também para casamento. Fica lindo e os convidados adoram!

Bolachinhas de Nata

Rapidinho hoje gente, só para mostrar os mimos de vidros de bolachas de nata e maisena que andei fazendo. Ainda mais que com o advento da farinha de beterraba pude fazer essas bolachas cor de rosa. Não alterou em nada o sabor. Ficou nutritiva e levemente colorida.
 

Produtos Naturais

Meus pães estão ficando cada vez mais sofisticados! Depois de muita procura, encontrei em Santa Maria o pó de uva e a farinha de beterraba para colocar na massa do pão. Tenho me deparado com uma demanda cada vez maior por produtos orgânicos, naturais. Meus pães ainda não são orgânicos pelo motivo principal: custo. A farinha de trigo orgânica custa mais de R$10,00 o quilo. Totalmente inviável! Mas tenho feito com produtos minimamente industrializados.
O fermento, vocês já sabem, bem natural. Ovo vindo da fazenda. Acho até que nunca fiz pão com ovo de granja, comprado em mercado. Na fazenda, as galinhas ficam encerradas no galinheiro, ao lado da horta. Todo dia, além do milho, elas comem as hortaliças que sobram do desbaste. Quem vai a horta colher verduras já conta com uma mesinha para picar as folhas, ao lado do galinheiro. Elas adoram! Parece bobagem, mas se você analisar o que nas granjas comerciais as galinhas comem, já pode supor a diferença em relação ao ovo, né?
Pois bem, além do fermento e dos ovos, o pão leva gordura e geralmente coloco banha, que também veio da fazenda, bem cheirosa! Os porcos, além de bem alimentados com farelo, recebem suplemento de tudo que sobra no cercado. Abóbora, mandioca, também o que sobra da cozinha, onde existe um coletor de cascas de legumes, frutas e verduras. Todo dia, alguém leva o baldinho para os porcos. Penso sempre que, antigamente, meus avós e tios que moravam na colônia e só comiam banha e produtos produzidos e feitos por eles viviam com uma saúde de ferro. Nunca soube de alguém que tenha tido câncer. Não existia azeite e nem gordura vegetal hidrogenada.
Devaneios a parte, voltando ao pão, o açúcar, confesso, uso o refinado. Nada natural. Mas o pão de aveia, granola e mel, leva mel ao invés do açúcar. Já no pão integral coloco açúcar mascavo. Tenho sugestão de uso de açúcar orgânico, e outra de comprar o açúcar mascavo dos produtores. Sugestões aceitas.
Então, meus amigos, tenho procurado fazer o pão o mais natural possível. Agora com a farinha de beterraba, posso deixá-lo rosa, assim como já colori com espinafre processado. O pó de uva não deixa tão colorido quanto a farinha de beterraba, mas temos que analisar os outros benefícios também. Já a farinha de beterraba achei excelente para aquelas crianças que detestam comer o legume. Não precisa ser adicionada só no pão. Massas caseiras, sopas, batidas... Tem muitas aplicações.
            Então é isso, gente! Hoje me excedi no assunto, mas adoro fazer pão, ainda mais esse que é alquimia pura. Um ótimo dia e ate o próximo post.


Roupas de bonecas

Não me surpreendo com os pedidos que aparecem. E adoro isso! Todo dia é um desafio. Pois fui procurada para refazer as roupas de um casal de bonecos de porcelana. Mas de porcelana mesmo! Os braços e pernas eram desde a dobrinha do corpo, e isso dificultava a colocação e retirada da roupinha. Foi um desafio muito interessante. Nunca costurei roupas com tantos detalhes. A sorte que eles tinham as roupas e precisei apenas seguir o que tinha sido feito.
A pedido da dona, as  roupas novas deveriam ser em tons terrosos. Comprei os tecidos e juntei com outros que tinha. Foi bem trabalhoso mesmo. Naquele bom estilo: “que ódio que peguei isso pra fazer”, mas essa que é a graça. Depois que consigo vejo o quanto valeu à pena. Ficou lindo.